Monte um funil que represente a operação real
Antes de calcular taxa de conversão, defina o que cada etapa significa. Um novo contato não é igual a um lead qualificado, e uma visita agendada não é igual a uma visita realizada.
Quando as etapas são claras, a equipe consegue identificar se precisa melhorar a resposta inicial, a qualificação, a oferta de imóveis ou o acompanhamento pós-visita.
Indicadores que ajudam a tomar decisão
Escolha poucos indicadores e acompanhe tendências, não apenas um número isolado no fim do mês. Os dados precisam orientar conversas de gestão e melhorias no processo.
- Tempo até a primeira resposta e até a primeira resposta humana.
- Percentual de contatos que viram lead qualificado.
- Visitas agendadas, confirmadas e realizadas.
- Oportunidades perdidas e o principal motivo registrado.
- Conversão por origem do lead, região e tipo de imóvel.
Conecte a métrica à ação possível
Se muitos leads param antes da visita, revise a clareza das informações e a disponibilidade de agenda. Se as visitas não se tornam proposta, avalie aderência do imóvel ao perfil e o follow-up feito depois do encontro.
A ConnectClini organiza conversas, visitas e dados de interesse para que essas análises partam do que aconteceu na operação, e não apenas de uma planilha no fim do período.
Evite usar métricas para punir o corretor
Indicadores funcionam melhor quando ajudam o time a remover obstáculos. Fontes de leads diferentes, imóveis com perfis distintos e negociações longas exigem leitura de contexto antes de qualquer comparação.
